Arquivo para março \31\UTC 2009

Charge – Néo

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“Quem criou a crise foi o homem branco de olhos azuis”.

Frase do Presidente Lula.

 

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Vou sair do casulo e virar uma borboleta…

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Por Leandro Mello

Beleza a cada dia

Onde a alegria contagia as crianças

Roda roda ciranda

Bolos doces fantasia

Onde minha tia se fazia professora

Lá na creche era feliz

Eita criançada, todo dia a alegravam

Todos sorriam, todos cantavam…

Ai a saudade dói, tia amada, amada será…

“Dedicado à Lúcia Helena de Mello Carreira”

Charge – Néo

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Ela está de volta!

Por Elizânio Silva

Responsável por comandar a carreira de Xuxa durante muito tempo, a toda poderosa Marlene Matos está de volta. Marlene, que após romper com Xuxa comandou a direção artística da TV Bandeirantes, vai dirigir o cantor e vereador Netinho de Paula, no SBT. O programa do pagodeiro deve estrear no início de maio e será nos mesmos moldes do extinto “Domingo da Gente”, que foi exibido durante cinco anos pela Record.

A atração da emissora de Silvio Santos terá três horas de duração e deve ser exibido aos sábados à tarde, numa tentativa desesperada do SBT de alavancar a audiência do horário. O Sistema Brasileiro de Televisão tem ficado atrás da Band na contagem feita pelo IBOPE na grande São Paulo.

Um momento para uma ação global

Barack Obama

Nós estamos vivendo um momento de desafios econômicos globais que não podem ser resolvidos por meias medidas ou esforços isolados de um único país. Agora, os líderes do G20 têm a responsabilidade de realizar ações ousadas, abrangentes e coordenadas não apenas para impulsionar a recuperação, mas também lançar uma nova era de compromisso econômico para impedir que uma crise como esta venha a acontecer de novo.

Ninguém pode negar a urgência da ação. Uma crise de crédito e de confiança se alastrou além das fronteiras, com consequências para cada canto do mundo. Pela primeira vez em uma geração, a economia global está sofrendo retração e o comércio está encolhendo. Trilhões de dólares foram perdidos, bancos pararam de emprestar e dezenas de milhões perderão seus empregos em todo o mundo. A prosperidade de cada país está ameaçada, juntamente com a estabilidade dos governos e a sobrevivência das pessoas nas partes mais vulneráveis do mundo.

De uma vez por todas, nós aprendemos que o sucesso da economia americana está inseparavelmente ligado à economia mundial. Não há uma separação entre a ação que restaura o crescimento no interior de nossas fronteiras e uma ação que o apoia fora delas. Se as pessoas em outros países não puderem gastar, os mercados secarão -nós já estamos vendo a maior queda nas exportações americanas em quase quatro décadas, o que resulta diretamente em perda de empregos americanos. E se continuarmos permitindo que instituições de todo o mundo atuem de forma temerária e irresponsável, nós continuaremos presos em um ciclo de bolhas e estouro delas. Este é o motivo para o futuro encontro de cúpula de Londres ser diretamente relevante para nossa recuperação doméstica.

Minha mensagem é clara: os Estados Unidos estão prontos para liderar e podemos pedir aos nossos parceiros que se juntem a nós com um senso de urgência e propósito comum. Muito trabalho importante já foi feito, mas ainda resta muito mais. Nossa liderança se baseia em uma premissa simples: nós agiremos de forma ousada para retirar a economia americana da crise e reformar nossa estrutura regulatória, e estas ações serão reforçadas por ações complementares no exterior. Por meio de nosso exemplo, os Estados Unidos podem promover uma recuperação global e reconstruir a confiança ao redor do mundo; e se a Cúpula de Londres ajudar a estimular uma ação coletiva, nós poderemos promover uma recuperação segura e futuras crises poderão ser evitadas.

Nossos esforços devem começar com uma ação rápida para estimular o crescimento. Os Estados Unidos já aprovaram a Lei de Reinvestimento e Recuperação Americana -o esforço mais dramático em uma geração para estimular a criação de empregos e estabelecer a base para o crescimento. Outros membros do G20 também buscaram um estímulo fiscal e estes esforços devem ser robustos e sustentados até que a demanda seja restaurada. Ao prosseguirmos, devemos adotar um compromisso coletivo de encorajar o livre comércio e o investimento, resistindo ao mesmo tempo ao protecionismo que aprofundaria esta crise.

Segundo, nós devemos restaurar o crédito do qual dependem as empresas e os consumidores. Em casa, nós estamos trabalhando agressivamente para estabilizar nosso sistema financeiro. Isto inclui uma avaliação honesta dos balancetes de nossos grandes bancos, o que levará diretamente aos empréstimos que podem ajudar os americanos a comprarem bens, permanecerem em seus lares e expandirem seus negócios. Isto será amplificado pelas ações dos nossos parceiros do G20. Juntos, poderemos adotar uma estrutura comum que insista na transparência, na responsabilidade e na preocupação com a restauração do fluxo de crédito que é vital para o crescimento da economia global. O G20, juntamente com instituições multinacionais, pode fornecer o financiamento ao comércio, ajudando a aumentar as exportações e criar empregos.

Em terceiro lugar, temos a obrigação econômica, moral e de segurança de estender a mão aos países e aos povos que enfrentam o maior risco. Se lhes dermos as costas, o sofrimento causado por esta crise se agravará e nossa própria recuperação será retardada, porque os mercados para os nossos produtos encolherão ainda mais e outros empregos americanos serão perdidos. O G20 deve oferecer rapidamente os recursos para estabilizar os mercados emergentes, impulsionar substancialmente a capacidade de ajuda de emergência do Fundo Monetário Internacional e ajudar os bancos de desenvolvimento regional a acelerar os empréstimos. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos financiarão novos e importantes investimentos na área de segurança dos alimentos, que permitam aos mais pobres enfrentar os dias difíceis que virão.

Embora essas medidas possam nos ajudar a sair da crise, não podemos buscar um retorno ao status quo. Devemos pôr um fim à especulação temerária e aos gastos superiores aos nossos recursos, aos créditos podres, aos bancos excessivamente alavancados e à falta de supervisão que nos condena a bolhas que inevitavelmente estourarão. Somente uma ação internacional coordenada poderá impedir que sejam assumidos os riscos irresponsáveis que causaram esta crise. Por isso eu prometi aproveitar essa oportunidade para promover reformas abrangentes em nossa estrutura de regulamentação e supervisão.

Todas as nossas instituições financeiras -em Wall Street e no mundo- precisam de uma forte supervisão e normas ditadas pelo senso comum. Todos os mercados devem ter normas de estabilidade e um mecanismo de transparência. Uma forte estrutura de exigências de capital protegerá contra as crises futuras. É preciso combater os paraísos fiscais no exterior e a lavagem de dinheiro. Normas rigorosas de transparência e responsabilidade terão de conter os abusos e os dias de remunerações absurdas devem acabar. Em vez de uma colcha de retalhos de esforços que permitam uma corrida ao ponto mais baixo, devemos proporcionar incentivos claros de bom comportamento que estimulem uma corrida ao topo.

Sei que os Estados Unidos carregam sua parcela de responsabilidade pelo caos que todos enfrentamos. Mas também sei que não temos de escolher entre um capitalismo caótico e impiedoso e uma economia dirigida por um governo opressor. Esta é uma falsa escolha que não serve ao nosso povo e nem a povo nenhum. Esta reunião do G20 proporciona um fórum para um novo tipo de cooperação econômica mundial. Este é o momento para trabalharmos juntos para restaurar o crescimento sustentado que só se tornará possível com mercados abertos e estáveis que explorem a inovação, apoiem o empreendedorismo e promovam as oportunidades.

Os países do mundo possuem interesses uns nos outros. Os Estados Unidos estão prontos para aderir aos esforços globais em prol da criação de novos empregos e do crescimento sustentável. Juntos, poderemos aprender as lições desta crise e forjar uma prosperidade duradoura e garantida para o século 21.

Barack Obama é o presidente dos Estados Unidos. Este artigo foi escrito para o “Global Viewpoint”.

Julgamento do recurso contra o diploma entra na pauta do STF no dia 1° de Abril

Fonte: Fenaj

O Recurso Extraordinário RE 511961, que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma em Jornalismo como requisito para o exercício da profissão, entrará na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) em 1º de abril. Sua apreciação deve se dar no mesmo período do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade contra a Lei de Imprensa. A Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma e da Regulamentação dos Jornalistas reúnem-se nesta terça-feira (24) para definir procedimentos sobre as duas questões.

Segundo fontes, a decisão de incluir o RE 511961 e a Adin contra a Lei de Imprensa na pauta de julgamentos do STF em abril já estava tomada no final da tarde de segunda-feira (23) e sua formalização seria questão de horas. Com reunião já agendada anteriormente para as 14h desta terça-feira, a Executiva da FENAJ e a Coordenação da Campanha em Defesa do Diploma e da Regulamentação buscarão operacionalizar movimentos de sensibilização da Corte. “Agora temos ainda mais motivos para construir a Semana e o Dia Nacional do Jornalista, 7 de abril, com um grau maior de mobilização da categoria e da sociedade”, diz o presidente da FENAJ, Sérgio Murillo de Andrade.

A iminência do julgamento das duas ações naturalmente obrigará dirigentes sindicais e apoiadores das causas que advogam a constitucionalidade da exigência do diploma e a aprovação de uma nova e democrática Lei de Imprensa a alterarem suas agendas. “Sabemos que o julgamento destas questões começará no dia 1º de abril, mas não se pode prever quando será o seu desfecho” destaca Murillo. Ele considera que os dirigentes de entidades sindicais e do campo do jornalismo, bem como de outras organizações da sociedade deverão se preparar para estarem presentes em Brasília no momento decisivo.

Já era cogitada entre os apoiadores do movimento a organização de caravanas dos estados a Brasília na data do julgamento do RE 511961. Agora, mais do que o caráter comemorativo, a Semana Nacional dos Jornalistas se converterá efetivamente numa Semana Nacional de Luta.

Novas mobilização nos estados deverão ganhar maior dinâmica a partir dos próximos dias, inclusive na perspectiva de conquistar novos apoios políticos. De lado porque a exigência do diploma como requisito para o exercício do Jornalismo é um dos pilares da profissão. De outro porque a regulamentação das relações entre jornalistas, empresas de comunicação e a sociedade é considerada fundamental para consagrar e assegurar a liberdade de imprensa.

Avaliação positiva de Lula tem queda de 9 pontos, revela CNI/IBOPE

Por Carol Pires do Último Segundo

BRASÍLIA – A avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva caiu pela primeira vez desde setembro de 2007, revela pesquisa CNI/Ibope divulgada nesta sexta-feira. Atualmente,  64% dos brasileiros avaliam o governo como “ótimo ou bom” contra 10% que consideram o governo “ruim ou péssimo”. Na última pesquisa divulgada em dezembro, esses índices eram de 73% e 6%.

“A queda na avaliação ocorreu em todos os segmentos investigados, com movimentos mais expressivos entre os que cursaram da 5ª a 8ª série do Ensino Fundamental, na região Sul, na periferia, nos municípios médios e nas faixas dos que recebem até um salário mínimo por mês e dos que recebem de 5 a 10 salários mínimos mensais”, diz o estudo.

 

A aprovação de como o presidente Lula administra o País também recuou para 78%, em dezembro era de 84%. Entre os que desaprovam o presidente Lula, os percentuais aumentaram de 14% apurado há três meses contra 19% desta rodada.

A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 15 de março com 2.002 entrevistados em 144 municípios. A margem de erro é de 2% para mais e para menos.

Outros índices caem

A nota média atribuída ao presidente também recuou – dentro da margem de erro – em relação a última pesquisa, divulgada em dezembro: na escala de zero a dez, Lula recebeu nota 7,4 contra 7,8 de três meses atrás.

A pesquisa Ibope apurou ainda o índice de confiança da população no presidente e revela que 74% dos entrevistados confiam em Lula, contra 23% que não confiam. Na última pesquisa, 80% diziam confiar contra 18% que não confiavam.

A comparação entre a percepção dos eleitores entre o primeiro e o segundo mandato do presidente também apresentou resultados piores do que na última pesquisa. Hoje, 41% dos entrevistados afirmam que o mandato atual está sendo melhor que o anterior, contra 18% que avaliam este como pior que o primeiro. Em dezembro, 49% estavam mais contentes com o atual mandato do que com o anterior, contra 11% que pensavam o contrário.