Arquivo para agosto \27\UTC 2009

Obama perto de conseguir acordo israelo-palestino

Opinião e Notícia

Expectativa é que o presidente norte-americano anuncie antes do fim de setembro entendimento que permite a retomada das negociações de paz.

Obama pretende dobrar Israel com a promessa de Washington adotar uma postura muito mais dura em relação ao Irã acerca do seu suposto programa de desenvolvimento de armas nucleares. Ao lado de Grã-Bretanha e França, os EUA planejam articular no Conselho de Segurança das Nações Unidas sanções contra o petróleo e o gás iraniano, o que paralisaria a economia do país.

Em troca, será pedido que Israel suspenda parcialmente a expansão dos assentamentos na Cisjordânia. A mensagem ao governo israelense é: o Irã é uma ameaça à existência de Israel; os colonatos, não. Embora as negociações venham sendo mantidas em sigilo, a França e a Rússia já se ofereceram para sediar uma conferência de paz.

Existe a possibilidade de o acordo israelo-palestino ser anunciado na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque, na semana que começa no dia 23 de setembro, ou na cúpula do G20, em Pittsburgh, que acontece nos dias 24 e 25 do mesmo mês.

Netanyahu vai à Europa defender assentamentos

Primeiro-ministro israelense diz que vai pressionar para que os EUA voltem atrás em sua posição contrária à expansão dos assentamentos judaicos.

Nesta terça-feira, 25, um dia antes de se reunir em Londres com o enviado especial do governo Obama para o Oriente Médio, Benjamin Netanyahu manteve-se firme contra as pressões internacionais para suspender a  implantação de novos assentamentos judaicos na Cisjordânia.

Trezentos mil judeus israelenses vivem em território palestino ocupado. Israel diz que as novas construções são necessárias para suportar o crescimento dessas famílias. Os negociadores palestinos dizem que não vão retomar as negociações de paz até que os israelenses suspendem a expansão dos assentamentos.

Morre, aos 77 anos, o senador Ted Kennedy

ted-kennedy-300Morreu na noite de terça-feira o senador americano Edward Kennedy, mais conhecido como Ted Kennedy, aos 77 anos. Ele era o único sobrevivente do clã dos quatro irmãos Kennedy e também o parlamentar que permaneceu mais tempo como senador pelo estado de Massachusetts – foram quase 50 anos no cargo.

Ted Kennedy morreu em uma casa, em Hyannis Port, vítima de câncer. A notícia foi informada pela sua família. “Perdemos o centro insubstituível da família e a luz da alegria em nossas vidas. Agradecemos a todos que deram a ele assistência e apoio ao longo deste último ano, e todos que estavam com ele há muitos anos em sua marcha incansável em prol do progresso, justiça e oportunidades para todos. Ele amava este país, e dedicou sua vida para servi-lo. Ele sempre acreditou que nossos melhores dias ainda estão por vir. É difícil imaginar qualquer dia sem ele”, diz a nota.

O senador foi diagnosticado com um tumor no cérebro no começo de 2008, após sofrer uma convulsão. Desde que começou o tratamento contra a doença, Ted foi pouco visto em Washington. Segundo o jornal The New York Times, a última vez que ele esteve no Capitólio foi em abril, quando o presidente Barack Obama assinou uma lei do serviço nacional que ostenta o nome de Kennedy. O senador foi um dos principais cabos eleitorais de Obama nas eleições do ano passado.

O democrata era irmão de John F. Kennedy – que governou os Estados Unidos de 1961 a 1963, quando foi assassinado com dois tiros em Dallas, no Texas, durante uma viagem política ao estado -, e de Bob Kennedy, morto a tiros durante campanha para a nomeação presidencial democrata de 1968. John Kennedy foi atingido por tiros na cabeça e no pescoço. O suspeito do crime era Lee Harvey Oswald, que foi morto por Jack Ruby em 24 de novembro daquele ano, antes de ser indiciado.

O irmão mais velho de Ted Joseph P. Kennedy Jr, morreu em 1944, aos 29 anos, na Segunda Guerra Mundial. O sobrinho, John F. Kennedy Jr, conhecido como John-John, morreu em um acidente de avião em 1999, aos 38 anos.

Em sua única tentativa de concorrer à Casa Branca, Ted foi derrotado, em 1980. ainda assim, tornou-se um dos políticos mais influentes de seu país. “Um importante capítulo de nossa história terminou. Nosso país perdeu um grande líder, que recolheu a tocha de sua família e se tornou um dos maiores senadores de nossos tempos”, escreveu Obama sobre a morte de Ted.

Fonte: Veja / Foto: AP

Máfia

the-godpainho1

Divulgação

catalog(1)

Os 60 anos das Convenções de Genebra

O fosso entre as nobres leis de guerra aprovadas na Suíça há seis décadas e a dura realidade dos campos de batalha ainda é muito grande.

Aprovadas no dia 12 de agosto de 1949 sob a sombra dos horrores das duas guerras mundiais, as Convenções de Genebra são hoje objeto de dúvidas sobre a efetividade dos seus protocolos para dar conta das especificidades dos conflitos atuais, caracterizados não mais por guerras entre Estados, com seus exércitos perfilados uns contra os outros, mas sim por lutas internas contra rebeldes e insurgentes, muitas vezes com a participação de forças estrangeiras, lutando entre si ou contra seu próprio governo.

As velhas regras realmente se aplicam a esses conflitos? Em caso afirmativo, como elas podem funcionar de maneira mais eficaz? Elas podem abranger novas ameaças, como o terrorismo e a pirataria?

As convenções de 1949 preveem, por exemplo, o tratamento com humanidade de qualquer pessoa que caia em mãos inimigas, mas era evidente que isso se aplicava às guerras de outrora. No entanto, o segundo dos dois protocolos de 1977 (acrescentados naquele ano às Convenções de Genebra) estende essa obrigação a conflitos não-internacionais.

O problema é que muitos países não assinaram os protocolos de 1977, entre os quais estão nações que enfrentam violentas insurreições dentro de suas próprias fronteiras, como Índia, Paquistão, Afeganistão, Israel, Malásia e Mianmar. Os EUA também não são signatários dos adendos às Convenções de Genebra.

opinião e notícia

Jovem fica de cueca e salta no mar para salvar cão na Austrália

Raden Soemawinata estava espalhando as cinzas de sua avó na baía.
‘Estava frio e ventando, mas não foi difícil tomar a decisão’, disse ele.

 Do G1, em São Paulo

A australiana Sue Drummond temeu pelo pior depois que seu cão de estimação “Bibi” foi arrastado pelo vento e caiu no mar no píer de Brighton, mas um jovem que estava no local tirou a roupa e saltou para salvar o animal, segundo o jornal “Herald Sun”. 

Raden Soemawinata, de 20 anos, estava espalhando as cinzas de sua avó na baía. Ao ver o desespero da mulher, o jovem tirou a calça e saltou no mar para resgatar o cãozinho.

“Estava bastante frio e ventando, mas não foi tão difícil tomar a decisão de saltar no mar. Não foi uma grande façanha”, disse Soemawinata após o resgate. “Eu sou modelo e ficar de cueca não é algo tão diferente do que eu faço no trabalho”, acrescentou ele.

 De acordo com o “Herald Sun”, as fortes rajadas de ventos provocaram mais de mil chamadas para o serviço de emergência do estado de Victoria. As rajadas chegaram a 115 km/h em Mt Dandenong, 98km/h no aeroporto de Melbourne e 104 km/h em St Kilda.

0,,6842406,00

0,,6842407,00

Volta às aulas

AUTO_gilmar