Arquivo para junho \30\UTC 2010

80 mil acessos!

A equipe do É ÓBVIO continua em festa. Alcançamos uma marca extremamente importante para nossa história, registramos o acesso de número 80 mil.

Somos gratos por mais essa marca e devemos isso aos nossos leitores, colaboradores, críticos e incentivadores.

Continuem conosco, pois vocês fazem parte da nossa história.

Abraços. Equipe É ÓBVIO!!!

Oprah lidera lista das celebridades mais ricas e poderosas

Do site da Veja

Encabeçadas por Oprah Winfrey, as mulheres lideram a lista de celebridades mais ricas e poderosas do mundo, elaborada pela revista Forbes. Elas ocupam seis das 10 primeiras posições. A apresentadora americana, que faturou cerca de 315 milhões de dólares nos últimos 12 meses, reassumiu o primeiro lugar – que já ocupou outras três vezes, e no ano passado havia perdido para Angelina Jolie, que este ano está na 18ª posição.

A segunda colocação é da cantora Beyoncé, seguida pelo diretor James Cameron, de Titanic e Avatar. Em quarto lugar aparece a cantora Lady Gaga, o grande destaque do ranking por ser seu primeiro ano. A quinta posição, apesar de todos os escândalos envolvendo astros extra-conjugais e a perda de patrocinadores, é de Tiger Woods. Os astros da saga vampiresca Crepúsculo também estreiam na lista deste ano: Robert Pattinson ficou em 50º lugar, e Kristen Stewart em 66º.

A lista da Forbes reúne as 100 celebridades – de cinema, televisão, moda, literatura, música, etc – mais ricas e poderosas do mundo, com base na quantia de dinheiro que ganharam no último ano e na sua influência em redes sociais, como Facebook e Twitter.

Confira os primeiros colocados:
1.
Oprah Winfrey
2. Beyoncé
3. James Cameron
4. Lady Gaga
5. Tiger Woods
6. Britney Spears
7. U2
8. Sandra Bullock
9. Johnny Deep
10. Madonna

1 ano sem o Rei do Pop

Há um ano o mundo da música perdia um dos seus maiores ídolos de todos os tempos, a voz de Michael Jackson se calava após um carreira brilhante, polêmica e milionária.

Homens traem porque as mulheres deixam, diz pesquisa

Por Michelle Achkar / Terra

Os homens traem porque sabem que vão sair ilesos e não serão punidos. Essa é a conclusão de uma pesquisa realizada por um escritor inglês que entrevistou durante cinco anos 250 adúlteros confessos.

O escritor Peadar de Burca, 36, decidiu investigar a questão para escrever a peça Why Men Cheat (Por que os Homens Traem), em cartaz em teatros na Inglaterra desde o começo deste ano. O tema surgiu na vida de Burca por razões pessoais. Na infância, tomou conhecimento de série de casos de traição na família e quis explorar os motivos que levam os homens a trair.

As hipóteses iniciais que passavam pela sua cabeça incluíam uma sexualidade exacerbada ou até questão genética. Passou então a conversar com tais pessoas, de diferentes estilos de vida e classes sociais, incluindo médicos, dentistas, professores, esportistas e até milionários.

Veja os principais dados do levantamento feito pelo escritor, publicado na versão eletrônica do jornal Daily Mail:

– Dos 250 homens que cometeram adultério, apenas 40 deles tiveram seus casos descobertos. Os demais, sem exceção, se safaram, pois mesmo quando suas mulheres souberam dos relacionamentos os perdoaram e tudo continuou na mesma.

– O escritor também entrevistou 60 mulheres traídas e quase 100% delas mantiveram o casamento depois de tomar conhecimento dos casos extraconjugais. Apenas três delas se separaram.

– Mesmo quando pegos em flagrante, a maioria dos homens nega a situação, e costuma lançar frases do tipo “Não é o que parece”, “Você está imaginando coisas”. Muitos se expressam de maneira tão calma que as mulheres chegam a duvidar de sua sanidade mental.

– As razões alegadas pelas mulheres para manter o casamento mesmo com o marido pulando cerca são geralmente a manutenção do lar, padrão de vida e não deixar os filhos crescerem longe do pai.

– As traídas também manifestaram ao autor que não se imaginam conduzindo a vida sozinha e que não acreditam que encontrariam outro companheiro após a separação.

– Segundo o escritor, todas as mulheres traídas tinham um traço muito forte em comum: a baixa auto-estima. Ele afirma que muitas eram mais bonitas, atraentes e inteligentes que as amantes, mesmo assim não pareciam assim para seus maridos.

– O pesquisador inglês afirmou que os homens falaram abertamente sobre seus casos pela simples vontade de contar sobre seus feitos e não porque tinham necessidade de se abrir com alguém par aliviar a culpa.

– Os maridos infiéis entrevistados tinham entre 25 e 65 anos e muitos, segundo o escritor, eram “feios como o diabo”, mas mesmo assim tinham sucesso em suas aventuras extraconjugais.

– O escritor também afirma que em muitos casos, além da falta de beleza, os homens não tinham nenhum estilo de vida glamouroso ou interessante.

– Segundo a pesquisa, os casos fora do casamento não significaram felicidade para os puladores de cerca. Na verdade, quanto mais traem, mais ficam inseguros.

– Muitos homens admitiram que não estavam em busca de sexo, mas sim de algo para preencher um vazio que sentiam em suas vidas.

– A maioria dos traidores não demonstra sentir culpa pelos casos fora do casamento e já manifestou interesse pelo próximo relacionamento, o que prova que esses homens não buscam nenhum tipo de relação estável com as amantes.

– Alguns homens entrevistados revelaram uma estratégia cruel para se safar de serem punidos pelas esposas quando tiveram seus casos descobertos. Eles afirmaram que passaram a ter atitudes e a dizer coisas para fazer com que elas se sentissem culpadas pela crise na relação, como afirmar que elas negam relações sexuais e os ignoram. Um chegou a afirmar que assim conseguiu que sua mulher até lhe pedisse perdão por seu comportamento.

– E, segundo o escritor, essa técnica rende frutos. Muitas mulheres afirmaram que, após descobrirem o caso dos maridos, nunca conseguiram sentir-se bem consigo mesmas novamente.

– Muitos homens começaram a trair quando atingiram a meia-idade, reforçando o clichê do gatão de meia-idade que sai em busca de sua juventude.

– O escritor descobriu que a maioria das amantes tinha cabelos mais longos do que o das mulheres oficiais.

– A maioria dos casos é descoberta por sinais óbvios, como marcas de batom na roupa ou arranhões no corpo.

Foto: Getty Images

Exemplo através da música

Jovem joseense mostra que deficiência não o impede de viver normalmente

Por Elizânio Silva

Um verdadeiro exemplo de que a vida é um aprendizado diário e de que só reclamar não muda nada no dia a dia da pessoa com deficiência. Aos 19 anos, o jovem Victor Augstroze, um apaixonado pela música, demonstra a vontade de vencer e a luta que trava desde 2001, quando perdeu completamente visão.

Victor nasceu com uma má formação na retina e desde muito pequeno, usava óculos que o ajudava a corrigir a visão afetada pelo problema. Entretanto, como ele mesmo afirmou, no fundo já imaginava que um dia perderia completamente a visão.

O fato de ser cego não impede que Victor viva normalmente e faça tudo que um jovem da sua idade costuma fazer. Passear no shopping com os amigos, namorar, frequentar clubes, ir a shows, enfim, curtir a vida como qualquer garoto de 19 anos.

A história com a música começou aos dois anos, quando ganhou seu primeiro teclado. De lá para cá, seu talento foi se desenvolvendo sensivelmente e hoje, além do teclado e violão, Victor ministra aulas de piano e acaba de concluir um curso de massagem.  

É ÓBVIO: Quando descobriu a paixão pela música?

Desde pequeno, sempre gostei de ouvir música, até quando eu ganhei meu primeiro teclado de brinquedo. Daí pra frente, foi só barulho. Até que de tanto insistir, ganhei um teclado, ainda pequeno, mais que foi onde minha tia me ensinou os dois primeiros acordes da minha vida musical. Hoje em dia, eu toco piano e teclado, e ela não toca mais.

É ÓBVIO: O que a música desenvolveu em você?

Desenvolveu o sentimento. A disciplina com certeza. A gente aprende que pra ser um bom músico, precisamos estudar, passar horas a fio na frente de um piano praticando. Aprendemos que, se a música te emociona, é o primeiro passo para incluí-la em um repertório.

É ÓBVIO: Quais instrumentos musicais você toca?

Eu sou um pouquinho autodidata. Eu toco: Piano, violão e teclado.

É ÓBVIO: Quais são os seus ídolos?

São tantos que eu poderia citar… Mais dentre todos, eu destaco dois: Cazuza, um letrista fantástico, e igual violonista. E também Andrea Boccelli, por ser cego, e ter conseguido o espaço dele na música, sem se por em posição de coitado, ou de usar sua cegueira como instrumento de divulgação de seu trabalho. Também pelo fato de tocar piano. Tocar divinamente, e cantar divinamente também.

É ÓBVIO: Além da música, quais suas outras ocupações?

Sou músico, sou ator, faço massagem e dou aulas de piano.

É ÓBVIO: De que maneira a pessoa com deficiência pode mudar a realidade da sua vida?

Batalhando. É a única forma de conseguir ser respeitada, e vista com dignidade, além de perder o estereótipo de “o coitadinho”. Os deficientes devem aceitar sua condição, e lutar com unhas e dentes pra torná-la melhor. Uma frase que eu sempre digo: se você acha que a sua cruz é muito pesada, abrace-a, que ela se torna mais leve, pois o peso será dividido igualmente nos dois ombros. O mundo não é um lugar fácil pra ninguém. Agora, imaginem pra quem tem algum tipo de deficiência? Não há mais porque ficar falando de inclusão, já que isso é muito lindo no papel. Só que, se os deficientes não se unirem, e brigarem por um bem comum, nada será feito. É a hora de nos mexermos, e lutarmos pra uma vida melhor pra todos.

Restabelecer o diploma é valorizar o Jornalismo e os jornalistas

No dia 17 de junho os jornalistas e a sociedade brasileira registrarão um aniversário indigesto. Há um ano, o Supremo Tribunal Federal derrubou, por maioria, a exigência do diploma em curso superior de Jornalismo como requisito para o exercício da profissão. Protestos em todo o país marcam a data, expressando o desejo de que o Congresso Nacional repare este equívoco cometido pela corte máxima do Judiciário brasileiro, restabelecendo a exigência do diploma como elemento fundamental para assegurar à sociedade o direito à informação de qualidade e às liberdades de imprensa e de expressão.

Ao dar guarida aos argumentos de entidades patronais de comunicação, o STF desobstruiu ainda mais o caminho para o grande empresariado do setor prosseguir precarizando as relações de trabalho, em nome de uma liberdade de imprensa e de expressão que os barões da mídia só defendem quando lhes interessa.

Práticas de censura e cerceamento à livre circulação de informações e ideias são corriqueiras nos grandes veículos quando afetam os interesses econômicos e políticos dos donos da mídia. Se os ministros do STF desconhecem tal realidade, reforçam o dito popular de que “a Justiça é cega, mas enxerga quando quer”.

Não há porque impedir a definição de requisitos para o exercício qualificado e ético da profissão de Jornalista. Mas faz-se necessário, hoje, inserir na legislação brasileira dispositivos para que isto fique ainda mais claro. Assim se evitará que os que enxergam a informação como mercadoria e exploram os trabalhadores prossigam utilizando as liberdades de imprensa e de expressão como mantos para encobrirem seus verdadeiros interesses. Este é o objetivo das Propostas de Emenda Constitucional apresentadas na Câmara dos Deputados pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT/RS), e no Senado da República pelo senador Antônio Carlos Valadares (PSB/SE).

O movimento pela aprovação das PECs ganha cada vez mais força, com o apoio de parlamentares e membros do Executivo federais, estaduais, municipais, instituições de ensino e entidades representantivas da sociedade civil.

Neste momento, as atenções se concentram no pleito à Comissão Especial que analisa a PEC 386/09 para que diga SIM AO DIPLOMA! A grande mobilização que jornalistas, professores e estudantes protagonizam a nível nacional se fará presente no dia 17 de junho nas ruas do país e prosseguirá até a vitória!

Fonte: Fenaj

Eleições 2010

Por Elizânio Silva

A candidata à presidência da República pelo Partido Verde, Marina Silva, será sabatinada hoje no programa “Roda Viva” da TV Cultura. Em convenção realizada na última quinta-fera em Brasília, Marina Silva foi confirmada como candidata ao Planalto pelos “verdes”.

Segundo as últimas pesquisas de opinião, a senadora licenciada tem 12% das intenções de voto. No discurso que fez durante a convenção, Marina afirmou que o Brasil terá a oportunidade de eleger a primeira mulher negra como presidente do país.

O programa “Roda Viva” terá início às 22h e terá como entrevistadores o âncora Heródoto Barbeiro, o edito-executivo da Folha Sérgio Dávila, o colunista de “O Globo”, Merval Pereira e Marcelo Beraba, editor-chefe do “Estado de São Paulo” e Vera Brandimarte, diretora de redação do “Valor Econômico”.